Minha Experiência com a Open English: 3 Anos Depois, a História Completa
Todo review promete honestidade. Este aqui tem algo que nenhum outro pode copiar: mais de 3 anos de assinatura paga, do inglês travado a negociar imóveis de alto padrão em inglês — com tudo documentado neste site e no meu canal.
Esta é a história completa: por que assinei, o que quase me atrapalhou, o que destravou e por que continuo pagando mesmo depois de fluente.
Por Marcelo Medeiros | Atualizado: Julho de 2026

Resposta direta: esta é a minha Open English experiência completa, contada em primeira pessoa, sem filtro. Em uma frase: funcionou — mas não do jeito instantâneo que a publicidade de cursos faz parecer. Entrei no teste de nivelamento entre o nível 2 e o 3, levei cerca de 1 a 1,5 ano de dedicação consistente para concluir os níveis e destravar a conversação, e sigo aluno há mais de 3 anos, por opção, na fase de manutenção. No caminho: aulas ao vivo usadas como treino direcionado, 48 aulas particulares por ano pelo meu plano — e o resultado prático que mudou minha carreira: conduzir e fechar uma negociação imobiliária internacional inteira em inglês.
Por que assinei a Open English: o início da minha open english experiência
Meu primeiro contato com o inglês foi na infância, num curso presencial — o CCIA. E aconteceu comigo o que acontece com quase todo brasileiro que fez cursinho quando criança: virei adulto e não lembrava de praticamente nada.
A necessidade real veio depois, já trabalhando. Eu precisava do inglês — e não tinha tempo. Minha janela era a noite, muitas vezes a madrugada. Escola presencial com horário fixo estava fora de cogitação. Então mergulhei em pesquisa sobre cursos online.
Minha dúvida final ficou entre três nomes: English Live, Cambly e Open English. Na época da minha pesquisa, a English Live trabalhava com três ou quatro pacotes diferentes, com preços que variavam — e o pacote completo saía bem mais caro que a Open English. A Cambly tinha ótimos professores, mas nenhum plano didático de estudo: eu ficaria perdido sem saber o que estudar de gramática para construir minha base.
A Open English venceu pelo conjunto: pacote único com tudo dentro, sem pegadinha de versões, um atendimento que me explicou o curso com clareza — achei a proposta mais transparente — e o melhor custo-benefício diante de tudo que eu receberia. Foi essa a decisão.
Assinei no último trimestre de 2022. Em menos de um ano, eu já me virava em conversas com estrangeiros, já viajava usando o inglês e já atendia clientes de fora no meu trabalho. A conclusão dos níveis e o destravar completo da conversação vieram na faixa de 1 a 1,5 ano — e desde então, nunca mais deixei de renovar.
Minha experiência nos primeiros meses (a fase que ninguém romantiza)
No teste de nivelamento, entrei entre o nível 2 e o 3 — dos 8 níveis da plataforma. Não comecei do zero absoluto, e o motivo é que eu já tentava estudar sozinho havia tempo: professoras excelentes no YouTube, séries em inglês. Como sempre digo no meu canal, estudar inglês sozinho é possível.
Mas é muito mais difícil. O problema do autodidata não é falta de material — é falta de organização do conhecimento. Eu vivia na dúvida: “o que eu preciso estudar agora? O que eu estou errando?” Ninguém respondia.
Foi isso que o curso resolveu. Um curso estruturado como o da Open English é um mapa da mina: você sabe exatamente o que estudar para montar sua base, nível por nível, e os professores vão te dando feedback do que corrigir. A diferença entre vagar e ter rota.
Uma dica que dou junto, e que recomendo muito: os livros de gramática que usei como apoio, em três volumes — básico, intermediário e avançado. Ensinam a gramática de forma inteligente e didática, com desenhos, exercícios no final e um formato fácil de estudar. Complementam perfeitamente a plataforma (deixo os links certos logo na seção “Os livros de gramática que uso até hoje”, mais abaixo).
E a maior dificuldade dos primeiros meses? Vou ser honesto: não foi gramática, não foi pronúncia. Foi organizar o meu horário.
Pesquisei sobre isso e entendi que o segredo tem um nome: constância. Mesmo que sejam dez, quinze, vinte minutos — todos os dias, num horário reservado. E nos dias em que eu não estava a fim de fazer exercício nenhum do curso, eu trocava por um capítulo de série no computador, pausando para estudar o vocabulário. O importante era não quebrar a corrente.
O que destravou minha conversação (a virada)
O que me segurou firme foi ter uma meta concreta — e a minha não era “ficar fluente”, era algo palpável: conversar com estrangeiros. Eu sempre gostei de viajar para Angra dos Reis, especialmente Ilha Grande, na Costa Verde — um lugar cheio de turistas do mundo inteiro. E eu sempre quis conseguir puxar conversa com eles.
Com o inglês que desenvolvi na Open English, me senti confiante — e perdi a vergonha. Hoje me sinto completamente à vontade conversando com estrangeiros, trocando experiências. Fiz várias amizades com pessoas de outros países, e aquela meta que parecia distante virou a coisa mais natural do mundo.
E a mesma habilidade transbordou para o trabalho: desenvolvi o inglês no atendimento a clientes estrangeiros — o que abriu portas que eu nem imaginava quando assinei.
A prova de fogo: a negociação internacional
Aí chegou o teste que nenhuma aula simula por completo: um cliente alemão, interessado no The Edge Icaraí — empreendimento da Soter Engenharia com unidades acima de R$ 7 milhões. A negociação seria inteira em inglês. Sem intérprete, sem colega bilíngue do lado. Eu e ele.
E aqui está o detalhe que resume por que eu nunca cancelei minha assinatura: antes da primeira conversa, marquei uma aula particular na Open English e ensaiei o atendimento com um professor nativo. Tirei dúvidas, simulei a conversa que eu teria dias depois. Complementei estudando por conta o vocabulário técnico da transação — parcelas do financiamento, metragem do imóvel, os termos que não caem em aula genérica de inglês.
Ou seja: usei a plataforma como um atleta usa o treino antes da final. E funcionou — conduzi a negociação em inglês do início ao fim, e fechei.
Esse é o tipo de retorno que não aparece em tabela de valores de curso: o inglês deixou de ser uma habilidade que eu “tinha” e virou uma ferramenta de trabalho que paga a própria assinatura muitas vezes.
As condições atuais estão na página oficial da parceria.
Como uso a Open English hoje (fase de manutenção, 3+ anos)
Hoje a Open English é o meu alicerce de manutenção — e o uso é guiado pela vida real. Um exemplo desta semana: atendi um cliente estrangeiro. Antes, entrei numa aula ao vivo e pratiquei exatamente o vocabulário que eu ia precisar — mercado imobiliário e consultoria.
É assim que funciona minha rotina: as aulas particulares eu uso principalmente para simulações de atendimento e para relembrar vocabulário específico do meu trabalho. É treino direcionado, com professor nativo, para a situação que vou enfrentar dias depois.
E toda semana faço os exercícios de notícias — leitura e interpretação de texto. Eles aumentam muito o vocabulário, num inglês mais acessível que o de um site internacional, onde o texto vem carregado de palavras difíceis. É um degrau: você treina no inglês facilitado, pega o vocabulário e depois avança para o conteúdo bruto.
Já passei da fase de aprendizado — continuo assinando por escolha. E existe um motivo racional além do afetivo: na minha experiência, a renovação anual sempre veio com boa condição. A Open English tem interesse claro em manter o aluno na plataforma — e isso torna fácil renovar, ano após ano. Estou sempre por aqui. Por isso indico: eu estudo na plataforma até hoje.
O que eu menos gosto (minha crítica honesta)
Se eu fosse reclamar de alguma parte do curso, seria a de gramática. Acho meio chata — mas vamos combinar: estudar gramática é chato em qualquer lugar. A Open English pelo menos tenta amenizar com uma gamificação que ajuda.
O que eu faço para me animar: estudo a gramática da plataforma e complemento com os livros que citei acima, começando pelo básico. E uma dica que ensino em alguns vídeos: se a parte de gramática estiver fácil demais e ficando monótona, avance o nível — o desafio novo renova o interesse.
E mesmo sendo a parte chata, fazendo os exercícios você percebe que é super importante: é ali que você aprende os detalhes finos do inglês. Chato, mas necessário.
Os livros de gramática que uso até hoje
Gramática é chata em qualquer método de ensino — no meu caso não foi diferente. A Open English ameniza isso com gamificação, e o complemento que uso até hoje nos meus próprios exercícios é uma coleção de livros de gramática, em três volumes por nível: básico, intermediário e avançado.
O volume básico é o que mais recomendo para quem está começando agora — é o livro que dá toda a base, e a minha recomendação número 1 para novos alunos. Eles não substituem o curso: uso os três como apoio nos exercícios de gramática da própria plataforma.
Links de indicação do Mercado Livre — sem custo extra para você.
O que eu faria diferente se começasse hoje
Se eu estivesse começando hoje, com tudo que aprendi no caminho, faria três coisas diferentes.
Imersão desde o primeiro dia. Não esperaria “me sentir pronto” para entrar nas aulas ao vivo — entraria logo de cara. E começaria a escrever tudo em inglês sempre que possível: anotações, lembretes, mensagens. Quanto antes o inglês invade sua rotina, antes ele para de ser matéria e vira idioma.
Horário fixo, de manhã cedo. O hábito dos 20 minutos diários eu manteria — mas colocaria no início do dia. Acordaria mais cedo e mataria o estudo logo nos primeiros 20 minutos, antes de o trabalho engolir a agenda. À noite, a vida sempre dá um jeito de atrapalhar.
Confiar no processo dos primeiros 60 dias. Na minha experiência, fazendo isso todos os dias, em algo entre 30 e 60 dias o estudo vira hábito. E quando vira hábito, fica natural — aí a evolução acelera sozinha. O jogo é sobreviver ao primeiro mês.
Para quem eu recomendo (e para quem não)
Recomendo a Open English para o adulto com rotina imprevisível que quer conversação diária com professores nativos e um método estruturado para construir a base — foi exatamente o meu caso.
Não recomendo para três perfis: quem precisa da disciplina externa de uma turma presencial com horário fixo (veja minha comparação com a Cultura Inglesa); quem já é fluente e quer só conversação avulsa (nesse caso, leia Open English ou Cambly); e quem quer apenas gamificação gratuita sem compromisso (explico em Open English ou Duolingo).
Uma última recomendação prática: se quiser entender como funcionam as 48 aulas particulares do meu plano, que citei ao longo desta página, tenho um guia completo só sobre isso em Open English Aulas Particulares.
Se você ainda está pesquisando outras opções antes de decidir, reuni o panorama completo dos cursos de inglês que já avaliei, incluindo por que fiquei na Open English, em como a Open English se compara com as outras opções que já testei.
Pelo nosso link de indicação você acessa a página de oferta da parceria com a Open English, com benefício exclusivo para quem chega por lá — as condições atuais estão na página deles.
Perguntas frequentes sobre a minha experiência com a Open English
A Open English funcionou para você?
Sim — mas com trabalho. Entrei no teste de nivelamento entre o nível 2 e o 3, estudei com constância (20 minutos por dia, todos os dias) e destravei a conversação na faixa de 1 a 1,5 ano. O resultado prático veio na vida pessoal, conversando com estrangeiros nas viagens, e na profissional: conduzi uma negociação imobiliária internacional inteira em inglês e fechei o negócio. Sigo aluno há mais de 3 anos, hoje na fase de manutenção da fluência.
Quanto tempo você levou para ficar fluente?
Com dedicação consistente, concluí os níveis e destravei a conversação em cerca de 1 a 1,5 ano. Em menos de um ano eu já me virava em conversas reais com estrangeiros. O tempo depende do seu ritmo: detalho a matemática das horas de estudo na página quanto tempo para ficar fluente.
Você recebe para falar bem da Open English?
Transparência total: sou afiliado da Open English e recebo comissão quando alguém assina pelo meu link — e sou aluno pagante há mais de 3 anos, que renova a própria assinatura todos os anos. Minha análise é independente: este site não é canal oficial da Open English, e mantenho aqui críticas reais, como a que faço à parte de gramática nesta própria página.
O que você menos gosta na plataforma?
A parte de gramática — acho meio chata, embora gramática seja chata em qualquer método. A plataforma ameniza com gamificação, e eu complemento com livros de gramática e com uma tática simples: quando fica monótono, avanço o nível para renovar o desafio. Chata, porém necessária: é nos exercícios de gramática que se aprendem os detalhes finos do inglês.
Vale a pena assinar a Open English em 2026?
Para o perfil certo — adulto com rotina imprevisível que quer método estruturado e conversação com nativos — vale. Faço a análise completa, com as ressalvas de preço e cancelamento, na página Open English vale a pena, atualizada mensalmente.
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Marcelo Medeiros é corretor de imóveis de alto padrão em Niterói (RJ), formado em Gestão Empresarial pelo IBMEC-RJ, e aluno da Open English há mais de 3 anos. Usa o inglês aprendido na plataforma no atendimento a clientes internacionais e em viagens profissionais.